Lésbicas abordadas para pararem de se beijar

Sirbrina Guerrero e a namorada passaram por apuros durante um jogo de basebol realizado no último final de semana em Seattle, nos EUA. Elas foram impedidas de se beijarem e ameaçadas de expulsão pela equipe do estádio.

Segundo Guerrero, uma mulher aproximou-se delas e pediu para que parassem de se beijar porque não queria que o filho visse a cena. No entanto, ela e a namorada se recusaram a deixar o estádio.

“Se você quiser me expulsar, você terá que fazer isso”, ameaçou Guerrero, que tirou fotos de casais heterossexuais que se beijavam para provar que estava sendo discriminada.

A porta-voz do estádio, Rebecca Hale, disse ao Seattle Post-Intelligencer que não há políticas que impeçam que pessoas, heterossexuais ou homossexuais, se beijem em suas dependências. “Apenas intervimos quando o comportamento é inapropriado ao público”, disse. “Este não é o tipo de local em que discriminamos as pessoas por causa de sua orientação sexual”, acrescentou. “Nosso objectivo é termos uma atmosfera onde todos se sintam à vontade.”

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Lésbicas devem usar camisa de vénus

As doenças venéreas são enfermidades transmitidas por meio do sexo entre duas pessoas. Este nome vem da mitologia greco-romana, mais especificamente da deusa Vênus, considerada a deusa do amor e do sexo.

Entre as doenças venéreas estão o HIV (Aids), sífilis, gonorreia ou blenorragia, herpes, candidíase e tricomoníase.

Nos anos 80, com o aumento de casos de HIV, surgiram grandes campanhas pelo sexo seguro e pelo uso da camisinha. As pessoas reclamavam da falta de sensibilidade no acto sexual quando se estava prevenido, mas com as mortes de gente famosa como Cazuza e Freddie Mercury, no início dos anos 90, percebeu-se que o assunto não era brincadeira. Assim, a camisinha virou parte obrigatória da vida sexual de gays (homens) e casais heterossexuais.

“A primeira vez que fui a uma ginecologista disse-lhe que era gay. A pergunta da médica era se já me tinha envolvido sexualmente com mulheres. Falei que sim. E novamente, ela perguntou-me se eu tinha colocado camisinha no dedo.

A princípio isto pareceu-me absurdo.
– Camisinha, hã? Como assim? Isto não é para mim, Dra. Para quê?

Senti-me totalmente estranha, achei que ela não me tinha compreendido. Gosto de mulher e não de homem!

A minha adorável médica só me disse uma simples e eterna frase:
– Sim, menina! Camisinha! Poucas meninas sabem para quê e como a usar. As lésbicas não imaginam que elas podem contrair, sim, várias doenças sexualmente transmissíveis. Pode ser pouco divulgado e os números são praticamente inexistentes, mas as complicações que elas fazem ao corpo são horrorosas.

Não só camisinha para o dedo. Mas também no sexo oral, nas brincadeiras com os dedos (inclusive no sexo anal), no uso do vibrador e até de roupas íntimas. As mãos das pessoas pegam várias bactérias, principalmente entre a unha e a carne do dedo, por mais que as unhas aparentemente estejam sempre bem cortadas e aparadas.”

Vai saber, não é? E você também não machuca ninguém? É melhor prevenir do que remediar…

Hoje vejo que não é somente a camisinha que se deve usar e pronto, está resolvido todo o problema. Outro conselho é que se deve ter uma higiene em todo corpo. Aquele velho ditado: Quem ama, cuida.

O sexo seguro entre lésbicas é praticamente um mito e gera desconforto em muitas relações. Algumas pessoas reclamam da falta de erotismo usando tanto aparato e pensando em tantas possibilidades de contaminação. Neste caso, a melhor saída é agarrar-se à criatividade e deixar-se inebriar pelo momento.

E qualquer alteração no corpo ou no órgão genital, é melhor procurar um médico o mais rápido possível.

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por estrelaminha Publicado em geral

Berlim inaugura monumento em memória de gays que foram vítimas do nazismo






O prefeito de Berlim, Klaus Wowereit e o ministro da Cultura alemão, Bernd Neumann inauguraram ontem, um monumento em homenagem aos homossexuais perseguidos durante o regime do Nazismo.
Com custo avaliado em 600 mil euros, o novo monumento está localizado bem próxi
mo do Portão de Brandenburgo e é o símbolo mais visível do sofrimento a que gays e lésbicas foram submetidos pela ditadura de Hitler.

Construído a partir da junção de 2.711 blocos de concreto com diferentes alturas, a obra é assinada pelo arquitecto norte-americano Peter Eisenman. Formado por um cubo suspenso sobre colunas, o monumento possui uma janela de onde se pode avistar um casal homossexual.

Acredita-se que durante o Terceiro Reich, mais de 54 mil homossexuais tenham sido presos e mais de 7 mil executados nos campos de concentração. À frente do monumento pode-se ler a seguinte frase: “Com este monumento, a República Federativa da Alemanha deseja honrar as vítimas de perseguição mantendo viva a memória da injustiça e mostrando um símbolo contra a intolerância, a hostilidade e a marginalização de gays e lésbicas”.

Semi-desafio

A menina Tagarelante propôs este semi-desafio:

“… gostava, só a título de brincadeira, de vos lançar um semi-desafio, numa onda de semi-descoberta ou suspeita de “estilos”: que postassem uma foto ou imagem de um sapato ou sapatos ou que tenham ou que queiram ter ou que achem giro. Tipo, eu não tenho cá dúvidas que vou por uns ténis da merrel ou salomon (passo a publicidade)… bom, mas já ponho, é só para vocês terem uma ideia do que pretendo, assim, um levantar pughcanino da cortina virtual que cada uma têm…
É só para quem quiser, claro 😉 “

Não sei se vou ao jantar, mas deixo aqui a foto da bota que eu aprecio muito e que trago nos pés.

Por último, (e não peçam mais nada), a pedido da menina Fiel Jardineira, aqui está o cabelo.

Absolut Colors











Uma das vodkas mais consumidas por esse Mundo fora, vai lançar na Europa a 10 de Junho uma edição especial da bebida que homenageia a diversidade sexual. Esta garrafa vem com todas as cores da bandeira do movimento GLBT e ainda traz uma mensagem de apoio à diversidade sexual.

A iniciativa da fabricante faz parte da comemoração de 30 anos de apoio à causa GLBT no mundo. Na mensagem de respeito à diversidade, a Absolut diz que “no mundo Absolut todo mundo é encorajado a ser o que é. Esse mundo é respeitoso às suas cores e diversidade. Tenha orgulho do que você é, deixe suas cores brilharem. A Absolut é consumida por pessoas orgulhosas assim desde 1879”.

O criador da bandeira, Gilber Baker, revelou estar orgulhoso por conta da homenagem. Disse também que não é a primeira vez que a marca apoia questões ligadas aos direitos humanos e isso é motivo de orgulho.

A directora internacional da marca sueca, Nina Gillsvick, disse à imprensa que a companhia resolveu dar um apoio aos direitos humanos, e já que a bandeira do arco-íris completa trinta anos, resolveram ousar e lançar este modelo, onde a garrafa é coberta pela bandeira. Ela falou ainda que isso é para que as “verdadeiras cores brilhem nas pessoas”.

A edição é limitada.

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Igreja Católica inaugurou um centro para "curar" gays

A Igreja Católica é a principal financiadora de um centro de reabilitação na Polónia que oferece a “cura” da homossexualidade. O local chamado de “Odwaga” abriu as portas para a imprensa este mês por causa da comemoração do Dia Mundial contra a Homofobia.

Entre as actividades que prometem mudar a vida de homens e mulheres está futebol para as pessoas do sexo masculino e cozinhar para as mulheres. A Associação Americana de Psiquiatria já anunciou para casos similares que não existe nenhuma comprovação científica que mostre que o trabalho nesses centros pode “mudar a orientação sexual de uma pessoa.”

Fundado por um grupo de católicos, o centro da Polónia tem recebido severas críticas dos activistas que defendem os direitos dos homossexuais. Dizem que o “tratamento” oferecido no centro, em vez de contribuir para alguma coisa, pode causar problemas psicológicos e inclusive levar ao suicídio.

Centros que prometem a cura da homossexualidade não são novidade nos Estados Unidos e Europa. Em 1991, um caso chamou a atenção do mundo.

Uma adolescente Lyn Duff, de 14 anos, foi internada pela mãe no Rivendell Psychiatric Centre, na cidade de Salt Lake City, Estados Unidos. Contou que foi submetida a terapia de choques, foi obrigada a tomar drogas psicotrópicas, além de participar de sessões de hipnose. Depois de 168 dias internados, Duff conseguiu fugir e entrou com uma acção contra o centro e contra a própria mãe.

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Desculpem, não resisti. Coloquei uma doutora na foto do post para ela me tratar da saúde.