Apertar Mãos A Gays Traz Doenças

Artigo ititulado “A flesh-eating bacteria and sexual abnormality” relaciona bactérias à aberração sexual e sustenta que o homossexual “carrega diversas doenças”.

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Uma revista alemã destinada a muçulmanos está a ser investigada por conteúdo antigay.
A Al-Salaam publicou uma matéria na qual afirma que se um muçulmano cumprimentar as mãos de um gay pode contrair doenças.

O artigo initulado “A flesh-eating bacteria and sexual abnormality” relacionando bactérias à aberração sexual sustenta que o homossexual “carrega diversas doenças” e “um muçulmano nunca deveria tocar as suas mãos, pois não tem ideia de quantas bactérias e germes poderiam contaminá-lo”.

O artigo é ilustrado por fotografias de doenças de pele.
A Al-Salaam é gratuita e distribuída em restaurantes e bares de Berlim.
O artigo foi denunciado à polícia pelo grupo “Lesbian and Gay Association of Berlin-Brandenburg” (LSVD).

In Gay1

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Mais uma que descobriu a cura para a homossexualidade!

Afinal não existe uma doutora milagrosa só em Portugal!
Marcela Ferrer fez com que activistas chilenos se mobilizassem num protesto em frente de uma Universidade em Santiago, capital do Chile, contra a entrada da psicóloga que prega a cura da homossexualidade.

O manifesto aconteceu em frente à Universidade Diego Portales, que promovia um encontro onde Marcela Ferrer apresentaria a sua tese de mestrado sobre a reversão da homossexualidade. O grupo activista repudiou veementemente com cartas e telefonemas ao director da Universidade sobre a conduta da psicóloga que contraria as normas da Organização Mundial de Saúde, que proíbe o tratamento da homossexualidade como doença desde 1992.

Ferrer pretende integrar a Sociedad Chilena de Bioética e assegura que a homossexualidade é reversível e conhece quinhentos homossexuais dispostos a submeterem-se a tratamento de cura.

Na sua tese “Percepción infantil de no ser aceptado como factor predisponente a la homosexualidad. Análisis bioético”, ela diz que a homossexualidade é fruto de conflitos familiares e ausência de modelos masculinos ou femininos predominantes, concluindo que é uma condição psicológica.

Em um dos pontos, a psicóloga sugere que não há garantia de uma “heterossexualidade completa”, mas seus métodos comprovam uma progressão para uma “identidade saudável” quando não, êxito total.

Só me apraz dizer que estamos perante mais uma tola que precisa de tratamento.

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Heinz retira sketch publicitário gay

Um sketch publicitário da maionese Heinz de Inglaterra passa-se numa casa de família, numa manhã de rotina de um casal gay.

No final deste sketch publicitário o casal despede-se com um beijo nos lábios e foi justamente esse beijo, subtil, leve e de despedida, já que um deles estava de saída para o trabalho, que causou a polémica por lá.

Um total de 200 pessoas reclamaram, ligaram, pois sentiam-se “ofendidas” com a propaganda. No ar perto de uma semana, o material acabou por ser retirado do ar, mas chamou mais ainda a atenção por conta da polémica.

Criado pela agência AMV BBDO, o comercial foi programado para ficar durante cinco semanas no ar e foi lançado em conjunto com uma campanha impressa. O director da empresa Nigel Dickie disse em entrevista que ficou do lado dos consumidores ao cancelar a exibição na TV.

“É nossa política ouvir os consumidores. Reconhecemos que alguns ficaram constrangidos com o comercial e decidimos tirar do ar” explicou Dickie.

A direcção da agência disse que o beijo gay não é a temática central do comercial. O foco, além do produto, é o homem na cozinha vestido de chefe típico dos restaurantes de Nova York.

“É como se tivesse seu próprio chefe na sua cozinha” explicou a agência em comunicado.

Se não podes vencê-los junta-te a eles, já diziam os antepassados….

O vídeo polémico:

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Conversas da Co(i)zinha

Lésbicas abordadas para pararem de se beijar

Sirbrina Guerrero e a namorada passaram por apuros durante um jogo de basebol realizado no último final de semana em Seattle, nos EUA. Elas foram impedidas de se beijarem e ameaçadas de expulsão pela equipe do estádio.

Segundo Guerrero, uma mulher aproximou-se delas e pediu para que parassem de se beijar porque não queria que o filho visse a cena. No entanto, ela e a namorada se recusaram a deixar o estádio.

“Se você quiser me expulsar, você terá que fazer isso”, ameaçou Guerrero, que tirou fotos de casais heterossexuais que se beijavam para provar que estava sendo discriminada.

A porta-voz do estádio, Rebecca Hale, disse ao Seattle Post-Intelligencer que não há políticas que impeçam que pessoas, heterossexuais ou homossexuais, se beijem em suas dependências. “Apenas intervimos quando o comportamento é inapropriado ao público”, disse. “Este não é o tipo de local em que discriminamos as pessoas por causa de sua orientação sexual”, acrescentou. “Nosso objectivo é termos uma atmosfera onde todos se sintam à vontade.”

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Igreja Católica inaugurou um centro para "curar" gays

A Igreja Católica é a principal financiadora de um centro de reabilitação na Polónia que oferece a “cura” da homossexualidade. O local chamado de “Odwaga” abriu as portas para a imprensa este mês por causa da comemoração do Dia Mundial contra a Homofobia.

Entre as actividades que prometem mudar a vida de homens e mulheres está futebol para as pessoas do sexo masculino e cozinhar para as mulheres. A Associação Americana de Psiquiatria já anunciou para casos similares que não existe nenhuma comprovação científica que mostre que o trabalho nesses centros pode “mudar a orientação sexual de uma pessoa.”

Fundado por um grupo de católicos, o centro da Polónia tem recebido severas críticas dos activistas que defendem os direitos dos homossexuais. Dizem que o “tratamento” oferecido no centro, em vez de contribuir para alguma coisa, pode causar problemas psicológicos e inclusive levar ao suicídio.

Centros que prometem a cura da homossexualidade não são novidade nos Estados Unidos e Europa. Em 1991, um caso chamou a atenção do mundo.

Uma adolescente Lyn Duff, de 14 anos, foi internada pela mãe no Rivendell Psychiatric Centre, na cidade de Salt Lake City, Estados Unidos. Contou que foi submetida a terapia de choques, foi obrigada a tomar drogas psicotrópicas, além de participar de sessões de hipnose. Depois de 168 dias internados, Duff conseguiu fugir e entrou com uma acção contra o centro e contra a própria mãe.

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Desculpem, não resisti. Coloquei uma doutora na foto do post para ela me tratar da saúde.

Presidente da Gâmbia aconselha gays a sairem do país

Segundo informações do site gay espanhol, AmbienteG.com, o presidente da Gâmbia, Yahya Jammeh, ameaçou cortar a cabeça de todos os homossexuais do país e de todos aqueles que dizem ser seus amigos.

Na sua caça aos gays do país, Jammeh propôs-se a fechar hotéis e motéis que dêem alojamento a gays, assim como prender os seus proprietários. Em discurso, Yahya Jammeh afirmou que a Gâmbia é um país de crentes e não poderá tolerar qualquer acto pecaminoso ou imoral.

Jammeh também aconselhou aos homossexuais que deixem o país, para que não sejam presos e condenados. “Seremos mais severos que o Irão”, afirmou.

São estas mentalidades que têm que ser abertas.

Gays da Polónia vão ser proibidos de doar sangue

O National Blood Center da Polônia anunciou ontem que pretende proibir gays e bissexuais de doarem sangue, causando revolta entre os membros da comunidade gay local.

Com o apoio da classe médica, o Centro justifica a sua decisão afirmando que homossexuais não pensam na segurança dos pacientes que poderão receber as doações.

Como reacção à medida homofóbica, alguns gays anunciaram que não deixarão de doar sangue, nem que para isso precisem mentir quanto à sua orientação sexual.

Segundo Robert Biedron, coordenador da maior campanha contra a homofobia do país, a proibição não tem fundamento, já que todo sangue doado é sempre testado.

Fonte

E esta gente letrada e informada não saberá que a maior percentagem de Sida (se for isso que temem) está no meio heterossexual?