Morrer como um Homem…

…ou morrer numa sala de cinema.

Não fiquei indisposta nem me deu um “treco”, porque sou uma pessoa extremamente saudável e acima de tudo persistente, pois consegui visualizar o filme que,  podem ver o spot mais abaixo, até ao fim.

Fraco, muito fraco, cenas com demasiados tempos mortos e prolongados, um verdadeiro tédio.

Perdoem-me os actores, mas não consigo vislumbrar nenhum ponto por onde se lhe pegue.

Uma boa semana para tod@s

 

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Rede Ex Aequo Não se Associa à Marcha LGBT do Porto

A rede ex aequo – associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, mop2009_cartaz_v2_a6transgéneros e simpatizantes lamenta ter de informar que, à semelhança do que ocorreu no ano passado, não subscreve o manifesto da 4ª Marcha do Orgulho LGBT do Porto e por isso não participará oficialmente nesta iniciativa.

A rede ex aequo tem, entre outros, o objectivo de reivindicar a não discriminação e a integração na sociedade dos jovens LGBT, assim como o reconhecimento das suas especificidades enquanto pessoas LGBT. Consideramos que o manifesto apresentado para a edição deste ano, tal como no ano passado, continua a não se centralizar nas necessidades das lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros em Portugal, abordando temas independentes e não específicos destes cidadãos, transversais a qualquer orientação sexual e identidade de género.

Não acreditamos ser possível comparar a inclusão de temas consensuais socialmente, como a luta contra o racismo e o sexismo, com um tema altamente polémico e problemático em termos de aceitação e recepção como o das relações poliamorosas. No primeiro caso, ao fazerem-se parcerias, o movimento LGBT está a ser apoiado, logo, são os objectivos e reivindicações dos colectivos LGBT que se fazem valer numa marcha denominada, propositadamente, Marcha do Orgulho LGBT. No segundo caso, consideramos que o movimento LGBT não se encontra preparado e com maturidade necessária na sociedade portuguesa para fazer o papel que se encontram a fazer certos movimentos sociais, como o feminista e o anti-racismo, pelo próprio. Estes não o fizeram no seu tempo de consolidação e isso será indicador de uma estratégia pensada, com um fim objectivo e realista que serve de exemplo a seguir, não se tratando assim de uma posição gratuita e automaticamente discriminatória.

Adicionalmente, a rede ex aequo faz um trabalho singular de apoio onde é essencial não tomar, para lá das questões específicas da juventude LGBT, posicionamentos em assuntos polémicos ou intimamente não relacionados com os seus objectivos, para não correr o risco de alienar pessoas de recorrerem ao seu apoio por acreditarem que não se identificarão com a associação ou que a mesma é pouco diversa e integradora de pensamentos individuais distintos sobre outros temas em geral. Isto não significa que a associação não promova o respeito pela diversidade e proíba todas as discriminações no seu espaço, mas sim que tenta ser o mais universal possível e conseguir acolher no seu seio pessoas com as mais diversas sensibilidades e posturas noutros temas da vida, sem deixar de educar, no entanto, nas suas actividades, para o respeito, a igualdade e a diversidade.

Queremos salientar que não tecemos qualquer opinião, enquanto associação, a favor ou contra a forma como cada um vive as suas relações, tal como também não o fizemos a favor ou contra outras reivindicações, como a interrupção voluntária da gravidez. A rede ex aequo não se manifesta nem toma posições excepto em questões estritamente LGBT que são aquelas sobre as quais se comprometeu a trabalhar e pronunciar de acordo com os seus estatutos.

Via email

Subscrevo e apoio esta tomada de posição.

“Cada macaco no seu galho”.

Conversas de Café

Há pouco, no Pidgin, a minha mana relatou-me o seguinte:

Mana : Queres saber a última da nossa mãe ?

Eu : Diz 😀

Mana : Estava no café comigo e com a tia, começou a falar de umas pessoas ,  que a filha de uns estava divorciada há anos, e que agora constava que gostava de mulheres; “Vocês não digam a ninguém, mas vejam lá a pouca vergonha a que se chegou!”

Eu : 😮

Mana : eu disse: “a mãe devia estar caladinha, não se fala disso a ninguém que não se deve falar da vida dos outros, muito menos de relacionamentos sejam eles de que tipo forem.”

Eu : pois… não se cospe para o ar 😉

Mana :  A mãe ficou calada a olhar para mim e para a tia. A tia com uma cara muito séria e meia engasgada. Levantou-se e foi embora.

Bem, vai ser um verdadeiro luto!…